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Pormenor da construção da arcada da porta
principal do edifício |
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4 --
Depois da reunificação, sob a égide do presidente Albino Borges
Dinis, a nova Tuna ( a segunda Tuna ) manteve-se em actividade até 1941/42 altura em que se desagregou.
5 – A
Colectividade, após um início saltitante de "sede" para
"sede" – de casa particular para casa particular... –
sediou-se, em 1936, na antiga Capela e também antiga Escola da Povoação,
edifício que se situava onde hoje está o "Cruzeiro de Santa
Margarida" ou seja, no "Largo de Santa Margarida" e que a
União alugou à Junta de Freguesia do Ervedal a 15$00 por mês.
5.1 –
De 1936 a 1958 lá, no "Clube" como também se designava, se
fizeram bailes, "récitas", ensaios da Tuna e lá se
escutaram, atentamente, as notícias da 2ª Grande Guerra no aparelho de
"telefonia" ( rádio ) que então tinha sido adquirido pela
Colectividade ( e que contribuiu para apressar a desactivação da 2ª
Tuna... ).
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5.2 –
Na segunda metade da década de trinta, teve assinalável actividade o
(primeiro) Grupo Cénico da União Desportiva e Tuna Vilafranquense ( há
uma bela foto desse Grupo com data de Fevereiro de 1938 ), em que o
"ensaiador" e maior animador era Tiago Borges Dinis.
5.3 –
Mais tarde, o vetusto edifício passou a ser designado por "Clube
Velho", após a mudança para a nova sede ( 1958 ), quando foi
votado ao abandono até ser demolido no final da década de sessenta.
5.4 –
Um dos "crónicos" dirigentes da União durante esses anos
(segunda metade dos anos trinta e início dos anos quarenta), foi
Sebastião Marques Braz, vários anos o "Tesoureiro" da Direcção.
Por via disso, popularizou-se um dito:- "aproveita enquanto o Braz
é tesoureiro"...
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Construção das paredes
da Sede |
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6 – Em 1938 /
39 uma autodesignada "Comissão de Melhoramentos de Vila Franca"
( onde pontificavam alguns dos directores da primeira Tuna ) resolveu
adquirir terrenos para fazer um Campo de Futebol e de Festejos (houve
colecta pela População).
6.1 – Posteriormente, outras
parcelas dos actuais terrenos do Campo de Jogos e Recinto de Festas – o
"Campo das Carvalhas" -- foram compradas, nuns casos, e doadas,
noutros. |
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6.2 – Como curiosidade, nos
documentos relativos à primeira compra desses terrenos ( arquivados numa
pasta na posse da família Marques Antunes) nem uma só vez se refere o
nome da União mas frisa-se que os terrenos " serão pertença do
Povo de Vila Franca".
6.3 – A necessidade de adquirir
terrenos próprios para esta finalidade de Campo de Jogos ( e de Festejos)
agudizara-se muito porque o "campo" onde, à época, se faziam
uns encontros de futebol, situava-se próximo ao Ervedal, mais ou menos
onde, hoje, se encontra o "Lagar de Azeite" ( Cooperativa de
Olivicultores ).
6.3.1 – Ora, num desses
encontros, a equipa de Vila Franca ia defrontar uma outra equipa mas um
grupo de Ervedalenses ( havia grande rivalidade... ) ocupou o centro do
terreno de jogo e de lá não arredou pé, dificultando ao máximo a
realização desse desafio... |
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